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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Solteiro e feliz aos 35 anos


Créditos Karlheinz

Eu leio esse texto 1 x por mês, leitura obrigatória escrito com inteligencia e sabedoria pelo Karlheinz.


"Gostaria de compartilhar com vocês um pouco do meu bem-estar. A alegria de ser um homem solteiro aos 35 anos.

Tudo que será dito aqui é pessoal, porém tomarei a liberdade de fazer algumas generalizações em relação aos homens maduros psicologicamente bem-sucedidos.

O objetivo deste tópico é mostrar a vocês, principalmente aos mais jovens, o que os espera se não fizerem bobagens homéricas, como casar por paixão ou engravidar alguém acidentalmente.

Muitos de vocês têm vinte e poucos anos e sofrem as amarguras da juventude: carência afetiva, falta de sexo, falta de dinheiro, falta de auto-estima. Venho contar a vocês a minha experiência, e que ela sirva de exemplo e estímulo. Note-se, porém, que maturidade e idade são coisas associadas, mas não iguais.

1- Fiz a minha lição de casa. Estudei muito. Portanto, tenho tempo livre, grana e status. Tenho porque desejei isso. Mas essas não são as coisas mais importantes que o estudo traz, obviamente. Ele nos faz crescer, ficar instruídos, críticos, autênticos, espertos.

A grana pode não ser o seu objetivo, leitor, mas ela será consequência do seu esforço estudantil se este for grande. E é uma consequência bastante agradável, posso garantir. Além disso, mais importante do que a cifra que você recebe todo mês é o quanto você GASTA, e isso, para o homem solteiro, é facílimo de controlar. Para o homem maduro solteiro o dinheiro sempre sobra. Para o casado, sempre falta. Sempre.

2- Não cometi nenhum erro grotesco, como casar por paixão ou engravidar alguém. Logo, não tenho preocupações. Durmo como uma pedra e disponho do maior tesouro: tempo livre. Assim, posso acessar tudo o que me traz prazer: sair, ler livros, ouvir música, ver filmes, namorar, ir à praia, jogar videogame, fazer exercícios físicos, estudar, beber com os amigos, viajar, transar etc. Essas coisas são mais importantes do que dinheiro em si.

O dinheiro não é uma meta, é um meio.

Aos 30, percebemos mais a brevidade da vida do que aos 20, portanto damos muito mais valor ao nosso tempo e lamentamos mais a perda do mesmo. A vida é ridiculamente curta, logo a) deve ser bem aproveitada e b) não admite erros.

3- Não me apaixono. Isso porque: 

I) tenho consciência de que a mulher moderna não vale a pena;

II) não tenho carência afetiva. 

Diferente do adolescente, que se apaixona a torto e direito, o homem maduro sofre menos deste mal. Contrariando o que a mídia prega, dizendo que “paixão não tem idade”, esta é um câncer cuja incidência diminui com o tempo.

É necessário estar muito desatento, desinformado, com a testosterona anormalmente reduzida ou numa péssima maré de azar para cair nessa depois dos 30, mas pode acontecer. E é aí que vem a melhor parte: o homem experiente, saudável e ATENTO sabe enfrentar esse sentimento doentio com exercícios mentais e físicos (sim, exercícios físicos aumentam a testosterona e reduzem a carência afetiva muito mais do que qualquer bom conselho) enquanto o jovem apaixonado vai correndo à floricultura mais próxima.

Além disso, o maduro vai comendo outras mulheres até se desapaixonar, para se distrair, para se divertir, paraVIVER, acelerando o final do processo, contrapondo-se à tolice exclusivista da paixão juvenil que rouba a vida do garoto, impedindo-o de ter novas experiências concretas com outras mulheres.

4- Não sofro de carência afetiva. Pois já passei pelas instabilidades da testosterona dos vinte e poucos anos, faço exercícios físicos, mantenho-me centrado em minhas metas e já superei a pressão social do “todo homem deve casar e ter filhos”.

No começo foi difícil mas, hoje, atingi minha estabilidade. O homem maduro solteiro está, a passos de tartaruga lerda, se livrando dos rótulos de frouxo, gay, pega-ninguém e adquirindo a imagem de pessoa sábia e inteligente. Mas para isso é fundamental se comportar como homem e não como um emo ou uma bicha enrustida.

5- Sexo não me falta. Superei o principal empecilho ao sexo, muito maior do que a falta de dinheiro: o ideal romântico do “devemos transar com quem amamos”. Seja com prostitutas autênticas, seja com pseudo-prostitutas (mulheres modernas), seja com a namorada, sexo é sexo.

O sexo não rola principalmente pelo meu status ou grana e sim pela minha sabedoria de que: 

A) uma vagina de 50 reais pode satisfazer tanto quanto uma namoradinha da zona sul; 
B) pelo reconhecimento de que sexo é uma necessidade fisiológica masculina paralela a sentimentalismos.

Você envolve sentimento no sexo apenas se você quiser. Mas caso você seja condicionado a essa obrigatoriedade, toda a sua vida sexual pode ser anulada. Romantismo é, em si, uma negação da realidade.

E quanto mais envelhecemos, mais diferenciamos o que é real do que é sonho. Tornamo-nos práticos. Sexo é uma coisa extremamente simples mas, para o jovem, torna-se artificialmente florido ou monstruosamente emocional e complicado. NÃO É. É algo muito, muito simples. Basta não errar (use camisinha; pague o que a garota cobrou) para não pegar canivetada, dst ou gravidez.

6- Moro com a minha família primária por opção. Há harmonia e me sinto bem aqui. Mas já morei sozinho por anos, e foi bom também. Isso vai de cada um e de cada ambiente familiar. Como só transo em motéis ou nas casas das garotas, não há conflitos ou cerceamento de liberdade.

É assim que quero e é assim que evito problemas. Não existe, nos dias de hoje, obrigação de se abandonar a casa dos pais se você é solteiro. Isso é totalmente opcional para o homem maduro, que inclusive pode refletir e levar em consideração o que seria melhor para os seus pais velhinhos, caso possa ajudá-los financeira e psicologicamente com a sua presença.

Já há aqueles que gostam de morar sozinhos apenas para levar garotas à sua casa. Não aconselho, pois I)pode ser uma armadilha para um relacionamento duradouro; II) você pode ser sacaneado num tribunal por investigação de relacionamento estável; III) você pode ser roubado; IV) as garotas que só namoram homens que moram sozinhos são as mais imprestáveis, pois são as mais interesseiras, portanto dispensáveis.

7- Quando era mais jovem, sofria com a imposição social de casar e ter filhos. Não sofro mais. Percebi que não tenho interesse nisso e ponto final. Mas respeito e admiro as pessoas que o fazem de forma bem pensada. Criar uma família deveria ser uma tarefa para poucos, pois demanda paciência, perseverança e responsabilidade imensuráveis. Instigar todo e qualquer mané a gerar uma família, como a nossa mídia faz, é um ato criminoso.

Toda criança tem o direito de ter pai, mãe e harmonia. E esse direito é destruído quando manés e piriguetes resolvem brincar de gente grande, além de colaborar para a disseminação dos DNAs mais grotescos.

Resumindo:

1- Homem maduro, solteiro, centrado e esforçado = Liberdade + Despreocupação + Estabilidade + Prazer + Tempo livre.

2- Filhos são para aqueles que desejam e têm plenas condições de dar a eles um lar decente, em todos os aspectos.

Obs: pesquisas indicam que homens casados são, em média, mais saudáveis e longevos do que os solteiros. Estas pesquisas estão CORRETAS, pois a maioria dos homens solteiros estão muito, muito distantes de tudo o que discutimos aqui, perdidos à deriva em todos os aspectos da vida."

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Somos Fantasmas

Somos Fantasmas... 
Por Rorschach


Achei interessante a analogia que o Rorschach, do extinto fórum HR, fez em um comentário seu: "Somos Fantasmas".

Vou escrever um pouco sobre isso.

Como nasce um fantasma da realidade? Quase sempre com sofrimento sentimental e depois buscando as respostas (e as achando e assimilando), nesse processo o romantismo dele é morto, a partir daí ele começa a pensar em si mesmo, e homem pensando mais em si mesmo do que nelas, e sabendo da REALIDADE, é assombroso para as mulheres.

Elas se assombram com a nossa "ousadia" em ir contra tudo o que elas e a mídia pregam, se assustam pois como pode um simples homem se negar a concordar com o que falam as feministas? Somos fantasmas pois somos fora do normal, não seguimos a "cartilha",para elas e algumas pessoas até parece que não vivemos no mesmo mundo, estamos fora desse plano, assombramos, somos os fantasmas da realidade.

Assombramos suas opiniões, se por acaso encontramos um artigo ou qualquer outra coisa que faça influência pró feminismo, se tivermos tempo e pudermos opinar, damos aquela assombrada básica, elas tentam, mas não se pode vencer um fantasma, podem somente esconder nossas opiniões assombrosas debaixo do tapete, desvirtuar, censurar. Elas xingam, tentam nos diminuir, tentam nos espantar, mas fantasmas não se assustam, fantasmas não se ofendem, fantasmas conhecem mais do que ninguém as táticas e fraquezas argumentativas de suas principais vítimas.

E o pior de tudo, assombramos suas vidas, quando as mulheres são jovens nem percebem, pois tem muita "curtição" e distração, mas conforme a idade vai passando, os fantasmas (inclusive involuntários) aumentam exponencialmente em quantidade para ela, aquele rapaz que era de carne e osso tempos atrás, agora simplesmente não pode ser "pego", já era, esse já virou fantasma. Ele pode até te transformar em lanche, mas continuará intocável, continuará distante. Chega uma hora que sua vida até parece filme de terror, todos os homens acima do seu nível são fantasmas (fudeu), vai ter que procurar um homem que seja compatível, ou pior, um homem abaixo de seu nível, ou pior ainda, sem homem.

Solução? Não há, só há prevenção, mas como já disse aqui, as meninas estão muito distraídas agora para perceber...

Caça-fantasmas? Isso não existe e mesmo se existissem, todo mundo sabe que, na realidade, elas adoram fantasmas.

sábado, 1 de setembro de 2012

Relatos de um misantropo

"
Do grego: Misan (ódio), tropia (sociedade), a palavra misantropia é auto explicativa. Existem alguns textos na internet que mostram de forma abrangente esse comportamento (vide wikipedia e afins), porém, como misantropo, vou me aprofundar em dar minha experiência pessoal para servir de exemplo em relação a esse comportamento pouco discutido na mídia eletrônica. Lembrando que cada um se define como achar conveniente. Esse meu relato é pessoal, e não condiz com todos os tipos de misantropos existentes na sociedade.

Na minha infância fui um rapaz tímido, franzino, usava óculos e vivia recluso com poucos amigos. Minha diversão sempre foi jogos eletrônicos e matérias de raciocínio lógico como matemática e física. Aos olhos de uma família honrada, eu era o tipo de filho ideal. Caseiro, humilde, pacato, calmo, amigo, inteligente e sonhador. Mas aos olhos da sociedade eu era a escória em forma humana. O famoso NERD. O eunuco, o fraco, o feioso, o estranho, o maluco, o fedorento, o anti-social, o fracassado. Sofria bullying no colégio, sendo rejeitado por algumas meninas e agredido pelos baderneiros da minha sala. Não fiquei muito traumatizado, porque também tive vários amigos, porém, era comum me ver sozinho e quieto no canto. Essa fase se estendeu pela adolescência e teve reflexos negativos na fase adulta, criando em mim, uma forte mágoa em relação aos seres humanos. Porém o tempo passou, e com o surgimento de um bom emprego, me tornei mais sociável, pois fui mais aceito pela sociedade devido a ter uma renda para investir em minha aparência física e ostentar caprichos que antes não podia. Fiquei forte, bonito, andava de carro e conquistei um bom círculo de amizades. Tive namoradas, alegrias, decepções, enfim, era uma pessoa dita "normal".

O tempo passa e as reflexões aumentam. Em momentos que vivia com bom progresso financeiro, muitos me tratavam com respeito, educação e cordialidade, e em momentos ruins, todos me tratavam como um fracassado aidético. Era sempre assim, SEMPRE. Em um certo período da vida, acabei por falir financeiramente. Automaticamente meu círculo social acabou. Minha ex-namorada me humilhou e foi embora, meus amigos debochavam de mim e se distanciaram. Me revoltei. Fui ao psicólogo e ao psiquiatra, que me diagnosticaram depressão. Fui medicado, me acalmei, e refleti sobre tudo que aconteceu em minha vida, concluindo em minhas reflexões o inevitável: Aprendi que sou um misantropo.

Afinal, sou um doente? Preciso de tratamento psiquiátrico? Admito que não descarto de possuir alguns problemas psicológicos, mas a culpa é minha? Somente minha? NÃO. A culpa é também da sociedade. O mundo adoeceu, e parece que não quer se curar.
Que mundo é esse onde somos avaliados pelos bens financeiros que possuímos, sem ninguem se preocupar com a origem desse dinheiro? Onde as pessoas desprezam o trabalhador humilde, e glorifica o bandido milionário?

Que mundo é esse que meninas menores de idade fazem de tudo para transarem com destacados e poderosos, e são defendidas pela sociedade como ingênuas e puras?
Que mundo é esse, que policiais e bandidos se matam, com o intuito dessa bandidagem lutar por riqueza, status e mulheres, sendo que as mesmas saem ilesas dessa guerra, se fazendo de vítimas? Onde políticos, traficantes e marginais ostentam dinheiro, vivendo em luxúria com um haréns de ninfetas?
Que mundo é esse que as leis vigentes protegem descaradamente mulheres promíscuas e punem os homens de bem injustamente? Onde milhares de igrejas se espalham, e cada vez mais os líderes religiosos enriquecem, enquanto o mundo piora em razão diretamente proporcional?

Mulheres lindas e gostosas conquistam a riqueza e o poder através da barganha do sexo, onde exploram ao máximo seu corpo em troca de status e dinheiro. Com esse dinheiro, investem em libertinagens e em seus estudos, sendo sempre protegidas pela sociedade como figuras frágeis e dóceis. Hoje, elas estão no topo da hierarquia humana, movimentando toda logística social, onde homens matam uns aos outros para adquirir fortuna, a fim de saciar seu incontrolável desejo sexual.

O caos se instaurou. A instituição familiar foi destruída. Mulheres tendo filhos apenas de homens ricos e cafajestes, se tornando mães solteiras logo após uma traumática separação para o filho. A herança genética é perturbadora. A homossexualidade, a individualidade, a promiscuidade está na moda. Tudo que é lixo e podre é exaltado pela mídia, mas todo bom costume é rejeitado pela maioria.
A amizade e o amor ao próximo está extinta. Toda cultura e tecnologia feita por nossos antepassados está disponível para ser usufruído pelos canalhas, pelos traficantes, pelos corruptos, pelas mulheres promíscuas e por todo lixo da sociedade que não contribuíram em nada para esse mundo se tornar melhor.
Viver é uma guerra. Mas nos dias atuais, vivemos uma guerra implícita, a serviço do mal.

Mulheres amam emoções fortes proporcionada por policiais e traficantes, instigando essa guerra pelo poder. Porém, na hora de resolver esse problema social, se fingem de desentendidas, e esquecem os direitos iguais. Ficam caladas assistindo a matança entre homens, e se apoderam aos poucos de todos os trabalhos burocráticos da sociedade.

No mundo existem milhares de misantropos, mas os próprios não querem ou não sabem se definir assim, pois já sofrem o suficiente por ser "diferente" de todos. Alguns preferem ficar calados, ao invés de explicitarem a aversão para com as pessoas.

Essa revolta em relação à sociedade é apenas um mecanismo de defesa criado no organismo do misantropo para se defender de toda essa podridão que acerca esse mundo. O parcial isolamento social, é uma alternativa que o misantropo utiliza para se ter uma vida digna sem precisar usar meios ilícitos para se fazer justiça. O misantropo foi criado para ser uma pessoa boa e honrada, mas o sendo assim, acabou por se tornar vulnerável ao homem agressivo e mau-caráter.

Misantropos não vivem em total isolamento, constantemente usam uma máscara para conviver com pessoas falsas, dissimuladas, mentirosas e egocêntricas. Ser misantropo é ter senso crítico. É analisar a sociedade de forma realista, sem fantasias e utopias, e jamais se definir superior a esse grupo, pois se o mesmo faz parte da sociedade, infelizmente ele também é de certa forma, uma parcela de todo esse mal.
O misantropo se comporta como uma esponja emocional, que absorve para si, toda podridão das pessoas que vivem ao seu redor, lhe causando um mal estar, e consequentemente, cria-se uma aversão e repúdio dessas pessoas desse referido local.

Misantropos se incomodam com a dinâmica social, com o puxa-saquismo diário de pessoas destacadas, das brincadeiras feitas em rodas de "amigos" falastrões, das festas de orgias regadas de axé, funk e pagode, isso sem falar na intolerável regalia que homens imbecis oferecem às mulheres jovens dotadas de beleza física, trazendo um absurdo poder a esse grupo de meninas egocêntricas.
Muitos associam a palavra "ódio" com algo muito negativo, violento, imaturo ou perigoso, mas ódio em muitos casos pode ser apenas um mecanismo de defesa. Posso citar como exemplo, um cão com ódio, que protege seu fiel amigo homem de algum perigo. Esse ódio do cão, não deixa de ser um ato de lealdade.

O cão é o verdadeiro e incondicional amigo do homem. Mandem parar de odiar os animais, que eu paro de odiar a raça humana.

Tentar ser apenas indiferente em relação às mazelas do mundo é fechar os olhos para um problema latente e visível que essa pessoa faz questão de ignorar. Ignorar os problemas desse mundo, só é possível para o misantropo quando o mesmo está completamente isolado dessa mecânica social. Mas sempre que é possível, misantropos vão à público explicitarem sua opinião em relação à sociedade (destaco nomes como Olavo de Carvalho, Friedrich Nietzsche, Esther villar e Arthur Schopenhauer, como exemplo de pessoas que considero misantropos, e tiveram capacidade de expor o que pensam de forma intensa e constante).

Filósofo do século XIX, Arthur Schopenhauer é um célebre misantropo. Suas idéias são válidas até hoje, e tendem a se perpetuar.

Para finalizar, respondendo por mim, não levo a vida apenas na base do isolamento, mas decidi a não compactuar mais com esse jogo mentiroso do relacionamento humano. Para não cair na rotina e na monotonia, costumo comprar necessidades fisiológicas para me manter razoavelmente feliz. Aprecio gastronomia, dedico minha lealdade aos meus cães e faço sexo com mulheres bonitas e gostosas. Faço sexo de qualidade porque atualmente tenho dinheiro. Devido a mulheres atuais serem completamente vendidas, o sexo de qualidade pode ser comprado. E onde entra o amor? Misantropos também amam, mas depois de tanto analisarmos a dinâmica dessa sociedade medíocre e ingrata, acabamos aprendendo a cultivar a forma mais justa e coerente de amar: O amor-próprio.

É inútil procurar a felicidade em outra pessoa. A felicidade está em si mesmo. Se ame e seja feliz."

Por weibfeinder
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