terça-feira, 18 de novembro de 2014

Do not go gentle into that good night

Dylan Thomas, 1914 - 1953
Do not go gentle into that good night,
Old age should burn and rave at close of day;
Rage, rage against the dying of the light.

Though wise men at their end know dark is right,
Because their words had forked no lightning they
Do not go gentle into that good night.

Good men, the last wave by, crying how bright
Their frail deeds might have danced in a green bay,
Rage, rage against the dying of the light.

Wild men who caught and sang the sun in flight,
And learn, too late, they grieved it on its way,
Do not go gentle into that good night.

Grave men, near death, who see with blinding sight
Blind eyes could blaze like meteors and be gay,
Rage, rage against the dying of the light.

And you, my father, there on the sad height,
Curse, bless, me now with your fierce tears, I pray.
Do not go gentle into that good night.
Rage, rage against the dying of the light.

domingo, 9 de novembro de 2014

Frio e Calculista

O primeiro e mais importante passo é ter total controle do seu psicológico, porque o que mais vai fazer, é duelar contra você mesmo. Trabalhar o psicológico não é algo tão fácil assim, precisa armazenar experiências passadas, desilusões e planos pro futuro, tudo deve estar ligado numa linha muito tênue pra não se envolver.


Não se envolver requer muito cuidado. Até mesmo, porque quando o corpo deseja algo, o cérebro parece não ter controle de nada. Não sejamos hipócritas, o tesão fala mais alto sim, tanto pra homem quanto pra mulher. acontece que a mulher é treinada desde que nasceu pra negar o tesão. Se não negar será vista com olhos maldosos, como libidinosa, mulher fácil.

Mas enfim, isso não vem ao caso por enquanto, se não estaria fugindo do contexto. Agir com a razão é a segunda e não menos importante coisa a se fazer. Lembre de tudo o que já passou, do que fizeram com você, de como se sentiu e tente não passar de novo. Se precisar falar, fale, faça, grite, não interessa. O que vale é deixar claro que não vão te fazer de idiota outra vez.

A diferença da pessoa ‘normal’ para a que pretende controlar seus sentimentos é que uma sofre depois e a outra sofre antes, respectivamente. No inicio de tudo, deve sempre mentalizar que por mais que a pessoa seja ótima, não se apegue! Porque se ela é maravilhosa, você vai encontrar uma muito melhor lá na frente. Pense assim “Se você conhece São Paulo e ama, imagina quando conhecer Paris?!”. Claro que existem pessoas que amam SP e se contentam com isso, ótimo pra elas, mas não se enquadram em nosso perfil.

Somos diferentes, somos pessoas dispostas a sofrer um pouco agora pra se proteger de sofrer muito mais lá na frente, porque quanto mais alto se subir maior será o tombo. Não digo pra não viver um historia legal. Talvez tenha futuro, mas se pensar assim desde o inicio, quando vier a decepção, não vai se machucar, porque sua cota de sofrimento veio antes.

Trabalhe sua possessão. Nem todos tem esse defeito, mas pra quem tem (como eu) fica a dica: não pense que é dono de alguém. Claro que pra quem é possessivo é difícil pensar assim, mas tem que ser fácil fingir. Sorria, demonstre que tudo está bem, não dê crises de ciúmes. Mas se for inevitável deixe claro que não é por medo de perder e sim por você.

Tenha hobbies, saia, ocupe sua mente, se não, só vai ficar pensando em quem não deve. Como não podemos controlar o subconsciente, fale pra você o tempo todo que não vai pensar em ‘fulano’ e não pense, não se permita. E essa é uma questão, não se permitir, não se dê o direito de acreditar no que falam. Porque pra quem quer ter autonomia dos seus sentimentos, todos estão mentindo até que provem o contrario.

Acredite nas atitudes e não nas palavras, porque falar olhando nos olhos, os mentirosos são mestres. E da mesma maneira que falam pra você, falam pra qualquer um. Só que é importante deixar explícito que acreditou em tudo o que te falaram. É simples, “eles fingem que diz a verdade, você finge que acredita” e assim todos ficam felizes, enquanto isso sua barreira de proteção vai se solidificando.

Não disse que seria fácil, mas é tudo uma questão de hábito. E lembre-se: “A coisa mais difícil é se livrar de uma mulher fácil".



http://central-bufalo.blogspot.com.br/2 ... lista.html

domingo, 26 de outubro de 2014

O Triste Caminho Até o Socialismo: O Que Acontece Quando a Propriedade Privada Deixa de Ser um Direito

O Triste Caminho Até o Socialismo: O Que Acontece Quando a Propriedade Privada Deixa de Ser um Direito

Autor: John Loeffler, Forcing Change, Volume 2, Edição 9.
Nota do Editor: O artigo a seguir, usado com permissão do autor, fornece uma séria, porém necessária análise da progressão do socialismo em uma sociedade. Compreendendo as etapas do socialismo, você poderá entender melhor a direção que nosso país está seguindo. Este artigo foi escrito a partir do ponto de vista de um cidadão estadunidense, porém tem implicações que transcendem qualquer nação específica. John Loeffler é apresentador do programa de rádio semanal Steel on Steel (http://www.steelonsteel.com), que destaca os desafios históricos e contemporâneos para a cultura ocidental.
"Mas se o governo toma a seu encargo o aumento e a regulamentação dos salários e não consegue fazê-lo; se se encarrega de assegurar aposentadoria a todos os trabalhadores e não pode fazê-lo; se se encarrega de fornecer a todos os operários instrumentos de trabalho e não o consegue; se se encarrega de abrir créditos para todos os que estão ávidos de empréstimo, um crédito gratuito, e não o consegue; se, de acordo com as palavras que com sentimento vimos brotar da pena de Lamartine, “o estado chama a si a missão de iluminar, desenvolver, engrandecer, fortificar, espiritualizar e santificar a alma do povo” e fracassa, por acaso não se vê que, ao final de cada decepção, infelizmente, é mais do que provável que uma revolução seja inevitável?" — Frédéric Bastiat, A Lei, (junho de 1850; tradução de Ronaldo da Silva Legey; http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=17)
Já se passaram mais de 150 anos desde que Frédéric Bastiat escreveu seu tratado intitulado A Lei, um livrinho que questiona os estragos causados pelo socialismo, que foi empurrado sobre a França como resultado da Revolução Francesa.
Naquele panfleto singular, Bastiat mostra que quando a lei de um país apoia os sistemas de crenças morais do povo, defende os direitos desse povo e suas propriedades, então a lei é vista como sendo moral, uma defesa contra o mal, e aqueles que a desobedecem são vistos como imorais. O pagamento dos impostos e o cumprimento das obrigações cívicas são vistos como virtudes e aqueles que se evadem são vistos como criminosos. Entretanto, quando a lei se torna uma fonte de saque ou se coloca em oposição à moral do povo, o povo reconhece a lei como imoral e a despreza totalmente.
De fato, nestes tempos atuais, desdenhar a lei é celebrado como uma virtude. Outro livro de um autor contemporâneo, Hernando De Soto, The Mystery of Capital: Why Capitalism Triumphs in the West and Fails Everywhere Else (O Mistério do Capitalismo: Por Que o Capitalismo Triunfa no Ocidente, Porém Fracassa em Todas as Outras Regiões), mostra a mesma coisa — que a segurança da posse da propriedade privada, garantida pela lei para as classes média e baixa, sempre foi o ingrediente essencial que resulta na prosperidade usufruída por muitos países ocidentais. Sem essa segurança, onde o Estado se torna um obstáculo para o comércio ou para a propriedade privada, o povo é forçado a operar sua economia fora da lei — que é mais uma vez vista como maligna — em vez de uma força para o bem.
Essencialmente, quando um governo deixa de ser o protetor da propriedade privada e se torna um saqueador dela, esse governo se coloca em um curso de caos, ruína econômica e sua própria autodestruição final.

Os Três Passos do Socialismo

O socialismo é o mecanismo que transforma um governo de seu nobre papel de protetor para o de um predador.
Como os cidadãos do nosso belo país parecem determinados a seguir o socialismo até seu amargo fim, devemos examinar o território para o qual esses três passos levam. O resultado principal do socialismo é a destruição da propriedade privada e da riqueza.
Os eventos descritos neste artigo são uma combinação dos estragos que o socialismo causou em diversos países. Obviamente, os países não experimentem todos os eventos descritos aqui (lembre-se, esta é uma combinação e variantes serão encontradas em cada exemplo histórico), mas todos os países socialistas no fim seguem o mesmo caminho para a desgraça. Nosso país não precisa seguir esse caminho, mas parece determinado a fazer isso.

Saindo para Ver o Mágico

Um dos grandes perigos de qualquer governo "pelo povo" é que mais cedo ou mais tarde seus políticos descobrem que podem aprovar bondades usando o dinheiro alheio. A primeira experiência deles com esta nova e audaciosa aventura, invariavelmente, gira em torno dos programas sociais criados em nome da moralidade e do bem público — ou até mesmo para solucionar alguma crise do tempo presente.
Que se oporia a isto? Afinal, você não se preocupa com o povo, com o bem-estar da nação ou com o meio ambiente?
O poder de atração desse argumento tem sido absolutamente irresistível, desde os tempos do Império Romano, das Revoluções Francesa e Bolchevique, até os grandes "partidos socialistas" que existem nos EUA (Democrata e Republicano — ambos seguem uma linha socialista, porém com graduações diferentes.).

Estágio 1 — O Argumento Moral: uma Promessa de Algo de Graça

O argumento moral que afirma que podemos finalmente solucionar a pobreza, a dor, a doença e a fome com dinheiro "grátis" parece bom demais para ser verdade. Ele geralmente é, mas agrada aos ouvidos do público. Para financiar esses supostos programas morais, o patrimônio de cidadãos generosos precisará ser caladamente tributado em nome do bem público.
Somente algumas vozes sábias e isoladas advertem que esse bebê-dragão, que acaba de sair do ovo, crescerá até se tornar um monstro que solta fogo pelas ventas. Mas, não tenha medo; as vozes sábias são geralmente silenciadas pelos "políticos gentis", que ferozmente retratam aqueles que protestam como indivíduos mesquinhos e que querem bloquear o caminho para a sociedade perfeita. Afinal, como poderia algo tão nobre prejudicar o país?
A princípio, somente os ricos é que são solicitados a fazer uma "contribuição justa". Nos EUA, o Imposto de Renda afetava originalmente somente os indivíduos das classes sociais mais altas. Nesse estágio preliminar, poucos reclamam e todos parecem felizes, exceto aquelas vozes irritantes que ainda advertem acerca das terríveis consequências que estarão à frente — aquelas vozes que os legisladores gentis querem simplesmente calar. Mas, sem levar em conta essas advertências, o povo tem pouco a temer, pois os legisladores gentis parecem ser heróis, colocando nossos pés firmemente no caminho para a utopia. Logo em seguida, eles prometem de tudo para os que nada têm, afirmando que aqueles que agora têm, terão apenas um pouquinho a menos. Afinal, eles dizem, é apenas a "contribuição justa" que eles precisam fazer.
Mas, o tempo passa e gradualmente o número de pessoas dependentes desses programas incha com as ofertas de serviços públicos "gratuitos". Aquilo que é grátis vende bem, e isto é o que os políticos querem: vender seus programas. À medida que os programas aumentam, eles se tornam pesados, requerendo burocracias inchadas para gerenciá-los e conter as inevitáveis fraudes e corrupções que aparecem. Isto, por sua vez, consome uma parte cada vez maior da receita obtida com os impostos e aloca cada vez menos, aos beneficiários originalmente previstos.
De modo a controlar o caos de um grande número de pessoas procurando obter algo de graça, grandes volumes de leis e regulamentações precisam ser instituídas para controlar quem pode obter o que, onde e quando — e quem serão os "doadores" e os "beneficiários". Agora, os burocratas que administram esses programas também dependem deles para ganhar a vida. Isto entrincheira o programa e garante sua progressão para o Estágio 2.

O Dragão Mágico Não É Mais Engraçadinho

Em algum ponto ao longo do caminho, os legisladores gentis descobrem que seu bebê-dragão cresceu e está rosnando muito contra eles. Ele quer mais comida. Eles não o controlam mais; ele é que os controla. Entretanto, de modo a reter suas posições de prestígio, fontes cada vez maiores precisam ser encontradas para alimentar seu animal predador, cada vez mais rapace.
A fonte de alimento (a carga tributária) rapidamente, também, é colocada sobre a classe média, pois os políticos gentis explicam que os ricos estão sendo sobrecarregados. Concomitante com o aumento dos impostos, o milagre da tributação oculta por meio da inflação monetária é descoberto. O Banco Central começa a imprimir mais e mais dinheiro, para permitir que os bons tempos continuem além e acima do que a tributação direta permite.
Este processo de inflação monetária resulta em corrosão no valor da moeda, fazendo os cidadãos trabalharem cada vez mais e correrem de um lado para outro, de modo a compensar a perda do valor da moeda e o concomitante aumento geral nos preços. Isto acontece de forma lenta a princípio, mas acelera ao longo de um caminho insidioso e exponencial. No fim, ele destrói tudo aquilo que a classe média trabalha para conseguir.
Fontes adicionais de sustento para o réptil, chamadas de "canais de receita" são criadas. Mais taxas, multas, seguros obrigatórios e licenças são requeridos para fazer quase todas as coisas, aumentando o custo dos bens, produtos e serviços. Acoplado com isto, há um incrível aumento de regulamentações e novas leis para tornar os negócios muito mais difíceis de realizar. As grandes empresas conseguem absorver esses custos, porém a classe média eventualmente se revolta com a pressão. O dragão nunca está satisfeito.

Estágio 2: Guerra Silenciosa Entre o Governo e Seus Cidadãos

Em algum momento, as massas ignaras começam a desconfiar que seus políticos não são realmente gentis, muito menos benevolentes. É aqui que surge uma guerra silenciosa entre o governo e a população. É uma transição difícil de distinguir, quando os políticos ainda afirmam serem gentis, mas o povo reconhece que eles deixaram de ser protetores do bem público e da propriedade privada e se transformaram em saqueadores deles. Esta é uma transição da moralidade para a imoralidade.
A transição descrita por Bastiat não ocorre de uma só vez, mas de forma gradual. Os membros da classe produtiva da sociedade descobrem que estão trabalhando como camelos, mas que não chegam a lugar algum. O dinheiro que conseguem ganhar é confiscado pelos impostos e corroído pela inflação. Sobra muito pouco no fim do mês e as poupanças acumuladas ao longo da vida estão sendo destruídas enquanto os políticos dizem que "está tudo bem". Surge uma dissonância cognitiva entre as dificuldades que os trabalhadores experimentam e os bons tempos que os políticos prometem.
Mas, os amigos do dragão — aqueles que recebem os benefícios dos programas de bem-estar social — ainda insistem que as intenções do dragão são morais, embora seus métodos não sejam. Quando as alíquotas dos impostos sobem para níveis confiscatórios, a autopreservação se estabelece e as pessoas começam a tomar medidas defensivas contra aquilo que não veem mais como "dever moral", mas um roubo sancionado de forma juridicamente legal. Embora as pessoas façam isso, elas fingem que os políticos gentis estão corretos, embora saibam bem o que se passa.
Os ricos percebem o que está acontecendo e transferem seu patrimônio para o exterior e, algumas vezes, eles mesmos se mudam para outro país, retirando-se fisicamente do alcance do dragão. Esses indivíduos têm os meios para estruturar suas finanças de modo a preservar sua riqueza. Além disso, os políticos frequentemente estão nessa classe social, de modo que não vão permitir que o dragão devore sua riqueza pessoal. Infelizmente, a classe média não tem essa opção, de modo que luta contra o dragão usando manobras evasivas. Os cidadãos começam a sonegar os impostos e procuram ocultar o patrimônio tributável. Sempre que possível, as transações comerciais são ocultadas dos olhos atentos do dragão faminto.
À medida que a tributação e a inflação devoram o poder de compra da classe média, uma economia informal vibrante aparece, utilizando o escambo, dinheiro vivo, moeda estrangeira, metais preciosos e qualquer outro meio que permita esconder as transações tributáveis. As leis regulatórias são ignoradas, à medida que as pessoas tentam "ver como conseguem escapar". Frequentemente, essa economia subterrânea tem um componente no crime organizado (isto aconteceu na antiga União Soviética).
A segunda metade do Estágio 2 dessa guerra entre o governo e os cidadãos inicia quando o dragão responde à crescente oposição. Uma quantidade enorme de leis, portarias, regulamentações e um número cada vez maior de multas, confiscos e até pena de prisão são impostos sobre a população.
Para conter o desmedido desrespeito à lei, o dragão quer monitorar tudo o que os cidadãos fazem, de modo a garantir que os tributos (o saque) sejam pagos. Tudo isto é feito em nome do "império da lei" e da ordem pública. Os direitos civis são reduzidos, tudo em nome da moralidade e da segurança pública.
De vez em quando a atribulada classe média pede que os políticos gentis resolvam o problema — sem saber que foram esses mesmos políticos gentis que criaram o problema. Mas, os políticos estão mais do que contentes em serem vistos como matadores de dragões e, portanto, criam uma série de bodes expiatórios para o problema, transferindo a culpa pela bagunça e estabelecendo uma nova série de programas para supostamente corrigir o dilema. Na realidade, eles apenas retardam a dor, colocam o dragão em uma dieta com anabolizantes e tornam o problema ainda pior.
Esta guerra não ocorre sem vítimas. À medida que se torna cada vez mais difícil para as pequenas empresas operarem nessa atmosfera envenenada por impostos, taxas, multas, licenças, regulamentações e fiscalizações, mais pessoas da classe média desistem de lutar e entram na dependência do governo. As pequenas empresas fecham ou passam a operar na economia informal.
À medida que a inflação devora as economias feitas ao longo da vida, as pessoas se sentem derrotadas. Os aposentados têm uma vida difícil, pois aquilo que obtiveram ao longo de uma vida de trabalho é destruído. A maior parte da classe média cai inexoravelmente na pobreza.
O desrespeito às leis se torna comum. No vale-tudo, cada um se preocupa somente consigo mesmo e ninguém pode se dar ao luxo de obedecer às leis. As prisões ficam abarrotadas com infratores que tiveram o azar de serem pegos. À medida que leis mais complexas são aprovadas continuamente, todos os cidadãos se tornam eventualmente infratores de alguma lei. Isto também se torna evidente na classe alta, quando os escândalos e acusações de corrupção se tornam públicos.
Isto permite que o dragão busque pretextos para confiscar o patrimônio dos cidadãos. Empresas são estatizadas e controles de preços e salários são instituídos. A posse de propriedades é transferida à força daqueles que se opõem ao dragão para aqueles que o apoiam. Planos de previdência são colocados sob a "proteção" do governo e seus possuidores recebem Notas Promissórias emitidas pelo governo. Propriedades são confiscadas sob a mera alegação de atividade criminal. De fato, as agências governamentais de imposição da lei encorajam seus membros a saquear. Algumas vezes, esses agentes da lei fazem acertos com o crime organizado. A lista de possibilidades de saque-e-defesa é surpreendente.
Em um esforço de fazer parar a sangria, a classe média começa a colocar para fora os políticos corruptos, somente para eleger outro grupo de corruptos. Isto tem pouco efeito, pois o dragão agora é um monstro que vive por conta própria e não precisa mais de políticos gentis. Por volta deste ponto a situação já está muito clara; os pequenos e médios empresários, os sitiantes e fazendeiros, todos sabem quem é o inimigo — é o dragão.
Não existem mais ilusões que os políticos são "gentis" ou que atuam com os melhores interesses da população em vista. À medida que a segurança da posse de propriedade declina, os investimentos fogem do país e o ambiente econômico se torna instável; ninguém quer investir em um país em que a tributação sobre os lucros é muito pesada. Além disso, ninguém quer se sujeitar à possibilidade do confisco direto com base na acusação de ter violado uma pletora de leis desconhecidas e impossíveis de serem observadas. Operar um negócio nesse ambiente é simplesmente arriscado demais.
Quando administrar uma empresa se torna arriscado, os investimentos desaparecem e com eles os empregos, aumentando ainda mais as dificuldades dos trabalhadores das classes média e baixa. As pequenas empresas são sempre as principais provedoras de emprego e são as que mais sofrem abusos. No fim, os ricos nunca são sobrecarregados, a classe média é destruída e os pobres descobrem que não existe almoço grátis.

Estágio 3: Um Dia de Fúria e de Pranto

Chega um momento em que o dragão não consegue mais manter suas promessas. É neste último estágio que os eventos se tornam realmente feios e caóticos. Este é um tempo perigoso — um tempo pelo qual país algum deveria querer passar.
Os políticos começam a ser vistos como lobos vorazes. Surgem acusações e atribuições de responsabilidades entre eles, mas, ao mesmo tempo, eles tentam manter suas posições privilegiadas.
A fé no governo se dissolve junto com a fé na moeda. A desobediência generalizada à lei torna-se comum e ninguém mais paga seus impostos. Como se a situação não estivesse má o suficiente, a criminalidade organizada e a aleatória começam a florescer. A economia interna entra em colapso, caindo na depressão e a moeda nacional não é mais uma medida válida para a riqueza — ela se desintegra.
Por volta deste tempo aparecem vários grupos de pessoas indignadas que se tornam violentas. O primeiro grupo consiste daquelas que eram dependentes do dragão em seus programas gratuitos e, uma vez que o dragão renega suas promessas de prover esses "serviços", as pessoas se tornam indignadas com a violação de seus direitos imaginados de receberem almoços grátis. Esse grupo pode incluir os idosos que pagaram suas contribuições previdenciárias durante décadas, mas agora descobriram que o dragão gastou tudo antes de eles se aposentarem. O segundo grupo é a classe média, que foi sobrecarregada com impostos, taxas, multas e contribuições para alimentar o dragão e seus amigos. Durante o processo, a classe média perdeu todo o seu meio de vida e seu patrimônio.
É neste ponto que muitas revoluções ocorrem. Algumas vezes, as revoluções não envolvem derramamento de sangue e ocorrem somente nas urnas; outras vezes, porém, elas são terrivelmente violentas.
Este é um tempo perigoso, pois o caos causado pela ruptura da ordem econômica e política, acoplada com o colapso da moralidade, frequentemente requer a força bruta para restaurar a ordem. A força bruta é um terreno fértil para os ditadores e para a destruição dos direitos.
Uma das grandes ironias da história é que aqueles que causaram a bagunça — e se beneficiaram com ela — raramente são chamados para pagar pelos crimes e pela carnificina que causaram.
Finalmente, o dragão morre.

Conclusão

As nações enlaçadas no socialismo não passam por todos os eventos descritos anteriormente, que são uma composição de experiências vivenciadas no passado por diversas nações diferentes. Nossa nação pode dar a volta a qualquer tempo, desde que esteja preparada para a disciplina, para suportar a dor necessária para sair da fila de dependência do governo — de forma muito parecida como um viciado precisa de determinação para superar seu vício. Poucas sociedades querem enfrentar essa realidade, de modo que elas se condenam aos três estágios. Além disso, quanto mais tempo uma nação demora para fazer as mudanças necessárias no rumo, pior será a dor requerida depois para alcançar a recuperação.
As discussões sobre moeda, energia e direitos de propriedade, entre outras, estão hoje carregadas por tanta eletricidade estática e existem tantas argumentações por todos os lados que a pessoa mediana tem pouca compreensão real do que está acontecendo. Frequentemente, os políticos de partidos diferentes se acusam quando, na maioria das vezes, eles todos são responsáveis por tocarem a lira enquanto Roma se incendeia.
Nosso país está realmente em uma encruzilhada econômica e moral, tendo já iniciado o Estágio 2 do triste caminho até o socialismo. Se o país irá ou não passar pelos três estágios é algo que teremos de esperar para ver. Uma grande coragem moral é necessária para evitar isto.
Infelizmente, os políticos tendem a não serem indivíduos de moral e nem de coragem.
Assim, depende de nós mesmos tomarmos ações que sejam morais, juridicamente legais e necessárias para vermos nossas famílias e amigos em segurança no meio da tempestade.

http://www.espada.eti.br/socialismo.asp

sábado, 25 de outubro de 2014

Concurseiros e o Brasil

Acho engraçado essa técnica de rotulagem por repetição cola mesmo na cabeça das pessoas. Todos os votantes do Aécio tem essa duvida do que ele irá fazer sobre os concursos. Primeiro ele tem que privatizar setores que são públicos agora. É rídiculo esse negócio de que ele vai privatizar e acabar com concurso.

Ele avisou que iria reduzir cargos comissionados.

Toda essa cultura estadista no Brasil e a grande culpada por mitos como esse pegarem, pois nesse pais todos acreditam que podem viver do estado. Nesse pais um funcionário publico federal tem mais status que um empresario bem sucedido. Outro fato que contribui para a estadolatria brasileira e caos político e a falta de previsibilidade das nossas instituições, basta ver que nos últimos 12o anos tivemos mais de 4 constituições, num ambiente desses sem segurança jurídica aonde as regras do jogo mudam a toda hora empreender e demasiado arriscado não por menos um crescente numero de pessoas procura a proteção do estado.

Ainda falta uns 100 anos para o brasileiro entender o que é um EUA, uma Cingapura, uma Suíça, uma Holanda, um Japão, uma Nova Zelândia, etc.. Alguns vão passear por esses lugares e voltam babando e cheio de fotos, mas continuam no sonho do 3° mundo: trabalhar para o Estado...

Pra quem está "com medo" do Aécio & concursos, segue a Real pra vocês:

Cambada de medrosos, viadinhos e, principalmente, burros!

Se estão estudando, mesmo, deveriam saber o que são as "Carreiras de Estado".

Se estão estudando, mesmo, deveriam conhecer o que é a sigla PDRAE e quando isso ocorreu.

Se estão estudando, mesmo, pouco se lixariam pra esse mimimi eleitoreiro dos MAVs do PT.

Mentiras veiculados pela mídia a respeito de nós, os homens:

Mentiras veiculados pela mídia a respeito de nós, os homens:

1. "Mulheres ganham menos que homens.

Mentira! Quando o homem ganha mais é porque ele realiza tarefas mais difíceis, mais perigosas ou porque sua produtividade é maior. Se você conhece algum emprego em que a mulher ganhe menos que o homem para realizar exatamente as mesmas tarefas, com a mesma produtividade, gostaria que postasse aqui.

2. "Muitos homens agridem mulheres, mas poucas mulheres agridem homens."

Mentira! O que se passa é que as mulheres são mais astutas para dissimular as agressões e os homens agredidos sofrem violência psicológica quando denunciam.
Na maioria dos casos em que a mulher agride fisicamente o homem, ele está dormindo, amarrado, dopado, bêbado, doente, fraco, velho ou, por alguma outra razão, é incapaz de se defender. Esses são os casos de agressão física direta.
Há também a agressão física indireta, que ocorre quando a mulher manipula outros homens, por meio de dinheiro, sexo ou chantagens emocionais, para que agridam seu companheiro.
Por outro lado, temos a vastíssima gama das agressões emocionais e psicológicas das mulheres contra os homens, utilizando inclusive o amor como ferramenta de agressão.
Todas essas formas de agressão são retiradas das estatísticas e escondidas, para se preservar o mito do homem cruel.
Nos países ocidentais, quando um homem tenta denunciar agressões físicas por parte de mulheres, sofre ridicularizações e até punições por parte das autoridades.
Na verdade, a maioria dos homens reluta em agredir as mulheres (muito mais do que elas relutam em nos agredir) e até tomam a iniciativa de protegê-las em casos de serem agredidas. Quem duvida, que observe as reações dos homens quando uma mulher está sendo ameaçada.

3. "As mulheres são as maiores vítimas da guerra e os homens os maiores vilões."

Mentira! Os homens que cometem atrocidades nas guerras são apoiados e recompensados por muitas outras mulheres que ficam bem escondidas, em segurança, para não arriscar a cabeça, desfrutando das riquezas que eles pilham e do poder que eles conquistam. Essas mulheres simplesmente nunca aparecem nas câmeras daqueles que documentam as guerras, o que lhes permite apoiar a crueldade sem sofrer qualquer imputação de culpa.
Os homens, nas guerras, são os que mais perdem a vida, tanto do lado vencedor quanto do lado derrotado. Quem duvida, que faça um levantamento.

4. "Mulheres sempre foram submissas aos homens."

Mentira! A submissão da mulher é aparente, visto que é totalmente compensada por seus sofisticados meios de manipulação social através das emoções. Quando a mulher não quer fazer algo, simplesmente não faz e pronto. E não há quem obrigue, pois seus mecanismos de manipulação social inutilizam quaisquer tentativas de coerção.

5. "Os homens reprimem as mulheres sexualmente."

Mentira! Se isso fosse verdade, mulheres que assediam sexualmente sofreriam graves represálias e punições. Se um homem dá um "selinho" em sua filha em público, vai preso. Se uma mulher dá um selinho em seu filho, todos acham bonitinho.
Pais que transam com filhas vão para a prisão e isso está certo. Mas mulheres que transam com filhos nunca sofrem punição alguma e isso é injusto.
Se uma mulher tirar a roupa e se oferecer sexualmente aos homens, ninguém pensará em agredí-la (muito menos os homens, que ficarão felizes com isso!). Se um homem fizer o mesmo, será agredido fisicamente por pessoas de ambos os sexos.
Os homens querem sexo com as mulheres o tempo todo. Como pode alguém ter a cara de pau de dizer que queremos reprimí-las, se o que vemos, o tempo todo, é justamente o contrário?
Na verdade, quem mais se posiciona contra a sexualidade da mulher são outras mulheres. Os protestos contra a saia de Geisy partiram em sua maioria de mulheres e não de homens. Duvido que os homens tenham ficado irritados com sua saia curta...

6. "As mulheres sofrem com a dupla jornada de trabalho por culpa dos homens."

Mentira! Foram elas mesmas que reinvindicarm isso no passado. Que façam bom proveito! Por que não reinvindicam mais algumas centenas de jornadas para vocês, mulheres?

7. "As sociedades primitivas do passado eram todas matriarcais."

Mentira! Onde está a prova? Os macacos não são matriarcais. Os povos tribais atuais que são matriarcais são uma minoria, contra a grande maioria deles que são patriarcais. Essa idéia do matriarcado primitivo não passa de alucinação misândrica de pensadores que detestavam rigor lógico.

8. "Mulheres amam a paz!"

Mentira! Se isso é assim, então porque é que os mafiosos e os poderosos tem tantas mulheres lindas? A agressividade feminina é dissimulada e as pessoas não tem olhos para perceber o que é implícito.

O tempo

O TEMPO


Tempo é algo que passa em nossas vidas de diversas formas e muitas vezes nos perguntamos:Por que o tempo passa tão rápido quando estamos felizes? Por que o tempo é tão longo no sofrimento? Por que só amadurecemos quando percebemos que perdemos tempo com algo ou alguém?
Cada tem seu tempo,mas muitas vezes não sabemos administrar nosso tempo achando que vamos ter tempo. Mas o tempo passa e perdemos tempo com coisas fúteis onde poderíamos aproveitar o tempo para crescermos interiormente e não perder tempo,pois o tempo passa e não volta mais.
O tempo é remédio para nossas frustrações.
O tempo é um teste à nossa paciência e perseverança.
O tempo é uma joia rara quando damos seu devido valor.


Na Bíblia em Eclesiastes 3 diz: "1 TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
4 Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
6 Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz."
Temos tempo para tudo,então só nos resta pedir sabedoria a Deus para sabermos desfrutar desse tempo da melhor forma possível. afinal não sabemos quanto tempo ainda temos nesta vida.

domingo, 12 de outubro de 2014

O "Sadismo" Feminino e a "Compensação" masculina!

O "Sadismo" Feminino e a "Compensação" masculina!






Revisão e formatação por C.O.B.R.A

Se há uma coisa "comum" nos dias de hoje é o sadismo feminino! Entendam que esse sadismo não significa uma caricatura. Não veremos mulheres batendo em homens com um chicote. O que acontece é que esse sadismo feminino é transportado para o âmbito da provocação e da tortura psicológica. A moda das meninas de hoje é "seduzir e esnobar"!

Qual é o grande barato disso senão fazer o homem sofrer? Quando relatamos esse tipo de comportamento feminino para as mulheres, elas se defendem dizendo que é uma "minoria" de mulheres que agem dessa forma! Seria realmente uma minoria, ou agora as mulheres tomaram coragem de assumir esse tipo de estratégia publicamente?

O que vemos hoje em dia é uma mulher alucinada com o poder que o corpo dá a ela. Ela simplesmente pensa que esse poder não tem limites, que pode usar sua sexualidade "livremente" de forma vulgar. Segundo essa lógica, é muito mais fácil ser mulher, porque elas precisam de menos esforço social pra ter uma vida afetiva mais rica! E o sadismo feminino não consiste justamente em jogar isso na cara dos homens e provocá-los com isso?

A mulher hoje em dia é sádica. Isso não é paranóia, nem delírio! Elas só mudam e se tornam mais "humanas" quando não possuem mais meios de humilhar e "barganhar" com os homens. Isso não é privilégio de baladeira não! É uma cultura feminina generalizada! Uma das principais reclamações femininas após os 30 anos, é que os homens não as procuram como antes, porque agora eles só querem as "novinhas"!

A mulher que viveu o passado inteiro humilhando os homens que se aproximavam dela, agora não aceita que ela não tem mais o poder de jogar na cara do homem a "superioridade" dela. Algumas, pela via do desespero, ainda tentam provar que possuem tal poder, exibindo namorados mais jovens como sinal de poder! Mas elas sabem, ou fingem não saber, que esses namorados novos só querem sexo fácil. E depois de algum tempo, eles as rejeitarão!

A mulher tenta purificar o sadismo dela com desculpas falsas como: direito, liberdade, independência, esclarecimento, poder. A violência moral, psicológica é menos violenta do que a agressão física? Para a maioria das mulheres sim! Enquanto a mulher pode humilhar o homem mais limitado do que ela e não achar que isso é uma violência, o homem não pode criticá-la, porque isso é para ela uma violência moral insuportável!

O conceito de justiça que as mulheres promovem hoje em dia é desigual! As mulheres acham que é justo humilhar a "sexualidade" dos homens mais limitados, mas não suportam serem criticadas. A mulher quer ter o direito de torturar psicologicamente o homem, mas não quer dar ao outro o direito de criticá-la.

Não há mérito na mulher atrair os homens com o corpo dela. Seria bom se todas as mulheres entendessem isso! Não adianta elas jogarem na cara dos homens que são melhores, superiores porque possuem mais opções sexuais, afetivas, porque o poder desse corpo não veio com esforço social, é um poder sem mérito.

A mulher jogar na cara do homem seu poder e torturá-lo com brincadeiras e chantagens acerca das facilidades afetivas que ela possui não a ajudará muito quando ela ficar mais velha! A mulher não pode achar que poderá brincar a vida inteira com os sentimentos dos homens e sair no lucro sempre! Isso terá consequências mais cedo o u mais tarde.

As compensações masculinas!

A cultura de compensação masculina é antídoto para o egoísmo e o "sadismo" feminino. Não adianta as mulheres reclamarem do machismo do homem e os chamarem de frouxos, fracos, viados, ou qualquer coisa desse tipo! Tudo isso é desespero de uma mulher que perdeu o poder de barganha.

Se antes ela jogava na cara do homem que ele não tinha poder algum, depois ela implorará que esse homem que ela humilhou a procure! E como ela fará isso, senão através de provocações? Por isso não adianta a mulher chamar os homens que não as querem mais de gays, viados, frustrados sexuais! Agora esses homens estão procurando outras mulheres, mais novas, mais bonitas, mais interessantes!

As mulheres acham isso injusto! Elas não aceitam isso de modo algum e se tornam feministas, ficam revoltadas e passam a odiar tudo o que é masculino! O problema delas é que elas nunca trataram os homens nas mesmas condições sociais como "iguais", mas sempre como inferiores. E agora elas não aceitam que esses homens inferiores as boicotem! O mundo não é um sistema no qual a injustiça é ilimitada!

Há injustiça sim, mas ela tem limites e os homens estão ficando cada vez mais espertos e entendendo melhor a dinâmica social! A maioria dos homens que foram boicotados irão compensar o boicote que sofreram
mais cedo ou mais tarde, evitando relacionamento sério com essas mulheres.

Alguns até as aceitarão em troca de sexo, mas depois de um tempo terminarão a relação! A lógica de poder se inverte com o passar do tempo. A mulher que usa o corpo como uma espécie de super poder, perderá esse poder na medida em que o tempo passa!

Então, o homem a verá despida de toda a sua falsa superioridade e a verá como ela realmente é: uma pessoa egoísta que só pensou em si mesma.
O homem não faz isso porque ele é mau, machista, cruel e odeia mulher.

Ele faz isso porque é justo na cabeça dele. Ele não viveu uma vida de humilhações e desprezos pra terminar depois com uma mulher que afirma uma lógica que sempre o prejudicou na juventude! O homem mais novo é acusado de ser safado, promíscuo, de não querer nada sério! Mas os homens apenas tentam, tentam e tentam.

A única coisa que eles fazem é buscar o sexo e são muito menos seletivos do que as mulheres. E graças a essa falta de seletividade masculina é que as mulheres possuem tanto poder!

Será que as mulheres nunca irão entender que o homem gosta mais de sexo justamente porque o sexo é uma necessidade fisiológica muito mais do que social? A mulher usa o sexo sempre dentro de um contexto social de exposição de poder, já o homem, usa o sexo pra aliviar uma tensão. Essa é a grande diferença!

O homem é menos seletivo porque precisa mais do sexo, não pode esperar muito tempo. Já a mulher, precisa do sexo mais como uma forma de exibição de poder no meio social!

O homem que foi humilhado no passado boicotará a mulher que tem o perfil da sádica. A mulher sádica é geralmente aquela que se acha atraente demais e boicota todos os homens que se aproximam dela com joguinhos e torturas psicológicas!

O homem que passou por isso, mais tarde irá boicotar todas essas mulheres. Elas são as bonitas e gostosas que não casaram e que agora estão com má fama por terem dormido com muitos homens safados, promíscuos, mulherengos, apenas para uma demonstração
de poder na sociedade.

Mulheres promíscuas, que usam a independência, o esclarecimento, a escolaridade, o trabalho, ou qualquer coisa pra justificar a comportamento libertino delas serão boicotadas mais cedo ou mais tarde. E as que não foram ainda, é porque ainda não chegaram na idade!

Ter muito poder "corporal" exige da mulher um uso sensato e responsável desse poder! As mulheres que não fazem bom uso desse poder serão cobradas mais tarde e não adianta nada elas reclamarem. Para os homens que sofreram é uma questão de justiça!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Eterno Desconhecido

 

Quem és?

Quem és tu, que cavalgando nuvens

Satisfaz um ideal frustrado?

Quem és?

Quem és tu, que vibras uníssono como o éter?

Ao te arrojares caindo docemente como amparado pelas asas de um arcanjo

Do corcel alado tonitroante em motores

Para enfrentar o silêncio vazio do desconhecido?

Quem és?

Serás um Deus ou Demônio

Serás um louco ou um homem?

Quem és?

Quem és tu que enfrenta o turbilhão de complexos

Que pululam

Em teu inconsciente,

Lutando contra a tua personalidade

Gladiando-se na incógnita vazia e silenciosa do teu ser?

Serás um Deus ou Demônio

Serás um louco ou um homem?

Quem és?

De onde vieste?

De que vives?

Com que sonhas?

Para aonde vais?

Serás tú um Deus

Ao sentir a brisa acariciante do espaço

Roçando-te as faces plácidas e viris,

Enquanto lá do alto,

Vislumbra um mundo tão pequeno

Aos seus pés de gigante.

Ou serás tu um demônio ao dominares,

Lá da imensidão dos céus,

Dando evasão aos teus recalques,

Sentindo-te dominador

Desejando que tudo aquilo se acabasse para

Que teu voo tornasse eterno...

Infinito?

Que estranho ventre gerou

Tão estéreo ser?

Será que em ti a genética se confunde na

Partonogenêse cromossomática

Em cruzamentos híbridos

De espécimes desconhecidas?

Complexa gênese é a tua.

Descedente de Deus

para os teus companheiros;

descedente de um demônio

confabulam os teus inimigos;

para os covardes sem ideal,

foste gerado de um louco;

tua esposa e tua prole,

sabem-te homem.

Tu és a simbiose perfeita

De Deus, Louco , Demônio e Homem

Alimentado pelo que vai e

Verdadeiramente existe no recôndito

Mais profundo do teu ego e superego.

És um paraquedista!

És um demônio

Com uma parcela de louco

És um homem

Com espírito de Deus.

sábado, 6 de setembro de 2014

sábado, 12 de julho de 2014

Estou sendo Monitorado?

O que leva uma ex sua pedir seu nome completo? Estou sendo monitorado? Será que vai armar alguma pra mim e tentar me queimar com minhas pretendentes?
Medo disso, medo desse tipo de gente que faz de tudo para mostrar que tá feliz.

Prejuízos que a CLT trouxe para o livre mercado Brasileiro

Ficam chamando o sujeito de paga pau de gringo mas contra fatos não há argumentos.

Realmente ele é um paga-pau de gringo.

O mercado aqui é melhor que lá. O salário mensal aqui de 700R$ é melhor que os 4000R$ de lá.

Eu diria até que o IDH do 85º lugar que o Brasil ocupa é melhor que a honrosa 2ª colocação dos EUA.

Como pode isso?

Que absurdo!

O mercado de trabalho lá é um lixo! Aqui é melhor onde 90% das pessoas se formam com a cabeça virada pra fazer concurso público.

Ah esses paga-pau de gringos...


Fiquem com essas.
Boa noite!


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Solteiro e feliz aos 35 anos


Créditos Karlheinz

Eu leio esse texto 1 x por mês, leitura obrigatória escrito com inteligencia e sabedoria pelo Karlheinz.


"Gostaria de compartilhar com vocês um pouco do meu bem-estar. A alegria de ser um homem solteiro aos 35 anos.

Tudo que será dito aqui é pessoal, porém tomarei a liberdade de fazer algumas generalizações em relação aos homens maduros psicologicamente bem-sucedidos.

O objetivo deste tópico é mostrar a vocês, principalmente aos mais jovens, o que os espera se não fizerem bobagens homéricas, como casar por paixão ou engravidar alguém acidentalmente.

Muitos de vocês têm vinte e poucos anos e sofrem as amarguras da juventude: carência afetiva, falta de sexo, falta de dinheiro, falta de auto-estima. Venho contar a vocês a minha experiência, e que ela sirva de exemplo e estímulo. Note-se, porém, que maturidade e idade são coisas associadas, mas não iguais.

1- Fiz a minha lição de casa. Estudei muito. Portanto, tenho tempo livre, grana e status. Tenho porque desejei isso. Mas essas não são as coisas mais importantes que o estudo traz, obviamente. Ele nos faz crescer, ficar instruídos, críticos, autênticos, espertos.

A grana pode não ser o seu objetivo, leitor, mas ela será consequência do seu esforço estudantil se este for grande. E é uma consequência bastante agradável, posso garantir. Além disso, mais importante do que a cifra que você recebe todo mês é o quanto você GASTA, e isso, para o homem solteiro, é facílimo de controlar. Para o homem maduro solteiro o dinheiro sempre sobra. Para o casado, sempre falta. Sempre.

2- Não cometi nenhum erro grotesco, como casar por paixão ou engravidar alguém. Logo, não tenho preocupações. Durmo como uma pedra e disponho do maior tesouro: tempo livre. Assim, posso acessar tudo o que me traz prazer: sair, ler livros, ouvir música, ver filmes, namorar, ir à praia, jogar videogame, fazer exercícios físicos, estudar, beber com os amigos, viajar, transar etc. Essas coisas são mais importantes do que dinheiro em si.

O dinheiro não é uma meta, é um meio.

Aos 30, percebemos mais a brevidade da vida do que aos 20, portanto damos muito mais valor ao nosso tempo e lamentamos mais a perda do mesmo. A vida é ridiculamente curta, logo a) deve ser bem aproveitada e b) não admite erros.

3- Não me apaixono. Isso porque: 

I) tenho consciência de que a mulher moderna não vale a pena;

II) não tenho carência afetiva. 

Diferente do adolescente, que se apaixona a torto e direito, o homem maduro sofre menos deste mal. Contrariando o que a mídia prega, dizendo que “paixão não tem idade”, esta é um câncer cuja incidência diminui com o tempo.

É necessário estar muito desatento, desinformado, com a testosterona anormalmente reduzida ou numa péssima maré de azar para cair nessa depois dos 30, mas pode acontecer. E é aí que vem a melhor parte: o homem experiente, saudável e ATENTO sabe enfrentar esse sentimento doentio com exercícios mentais e físicos (sim, exercícios físicos aumentam a testosterona e reduzem a carência afetiva muito mais do que qualquer bom conselho) enquanto o jovem apaixonado vai correndo à floricultura mais próxima.

Além disso, o maduro vai comendo outras mulheres até se desapaixonar, para se distrair, para se divertir, paraVIVER, acelerando o final do processo, contrapondo-se à tolice exclusivista da paixão juvenil que rouba a vida do garoto, impedindo-o de ter novas experiências concretas com outras mulheres.

4- Não sofro de carência afetiva. Pois já passei pelas instabilidades da testosterona dos vinte e poucos anos, faço exercícios físicos, mantenho-me centrado em minhas metas e já superei a pressão social do “todo homem deve casar e ter filhos”.

No começo foi difícil mas, hoje, atingi minha estabilidade. O homem maduro solteiro está, a passos de tartaruga lerda, se livrando dos rótulos de frouxo, gay, pega-ninguém e adquirindo a imagem de pessoa sábia e inteligente. Mas para isso é fundamental se comportar como homem e não como um emo ou uma bicha enrustida.

5- Sexo não me falta. Superei o principal empecilho ao sexo, muito maior do que a falta de dinheiro: o ideal romântico do “devemos transar com quem amamos”. Seja com prostitutas autênticas, seja com pseudo-prostitutas (mulheres modernas), seja com a namorada, sexo é sexo.

O sexo não rola principalmente pelo meu status ou grana e sim pela minha sabedoria de que: 

A) uma vagina de 50 reais pode satisfazer tanto quanto uma namoradinha da zona sul; 
B) pelo reconhecimento de que sexo é uma necessidade fisiológica masculina paralela a sentimentalismos.

Você envolve sentimento no sexo apenas se você quiser. Mas caso você seja condicionado a essa obrigatoriedade, toda a sua vida sexual pode ser anulada. Romantismo é, em si, uma negação da realidade.

E quanto mais envelhecemos, mais diferenciamos o que é real do que é sonho. Tornamo-nos práticos. Sexo é uma coisa extremamente simples mas, para o jovem, torna-se artificialmente florido ou monstruosamente emocional e complicado. NÃO É. É algo muito, muito simples. Basta não errar (use camisinha; pague o que a garota cobrou) para não pegar canivetada, dst ou gravidez.

6- Moro com a minha família primária por opção. Há harmonia e me sinto bem aqui. Mas já morei sozinho por anos, e foi bom também. Isso vai de cada um e de cada ambiente familiar. Como só transo em motéis ou nas casas das garotas, não há conflitos ou cerceamento de liberdade.

É assim que quero e é assim que evito problemas. Não existe, nos dias de hoje, obrigação de se abandonar a casa dos pais se você é solteiro. Isso é totalmente opcional para o homem maduro, que inclusive pode refletir e levar em consideração o que seria melhor para os seus pais velhinhos, caso possa ajudá-los financeira e psicologicamente com a sua presença.

Já há aqueles que gostam de morar sozinhos apenas para levar garotas à sua casa. Não aconselho, pois I)pode ser uma armadilha para um relacionamento duradouro; II) você pode ser sacaneado num tribunal por investigação de relacionamento estável; III) você pode ser roubado; IV) as garotas que só namoram homens que moram sozinhos são as mais imprestáveis, pois são as mais interesseiras, portanto dispensáveis.

7- Quando era mais jovem, sofria com a imposição social de casar e ter filhos. Não sofro mais. Percebi que não tenho interesse nisso e ponto final. Mas respeito e admiro as pessoas que o fazem de forma bem pensada. Criar uma família deveria ser uma tarefa para poucos, pois demanda paciência, perseverança e responsabilidade imensuráveis. Instigar todo e qualquer mané a gerar uma família, como a nossa mídia faz, é um ato criminoso.

Toda criança tem o direito de ter pai, mãe e harmonia. E esse direito é destruído quando manés e piriguetes resolvem brincar de gente grande, além de colaborar para a disseminação dos DNAs mais grotescos.

Resumindo:

1- Homem maduro, solteiro, centrado e esforçado = Liberdade + Despreocupação + Estabilidade + Prazer + Tempo livre.

2- Filhos são para aqueles que desejam e têm plenas condições de dar a eles um lar decente, em todos os aspectos.

Obs: pesquisas indicam que homens casados são, em média, mais saudáveis e longevos do que os solteiros. Estas pesquisas estão CORRETAS, pois a maioria dos homens solteiros estão muito, muito distantes de tudo o que discutimos aqui, perdidos à deriva em todos os aspectos da vida."

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Otários e o jeitinho brasileiro




O câncer do Brasil não é o brasileiro, mas o jeitinho brasileiro travestido de cultura.



Jeitinho brasileiro é a dita malandragem de passar a perna nos outros, de ficar no carnaval “deixando a vida me levar” e só começar a trabalhar pra valer no mês de Março; a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; a prática de fazer gatos e roubar coisas sendo vista como inteligência e esperteza ao invés de crime; o ato de driblar o trabalho duro com o ganho desonesto e disfarçar a imoralidade disso tudo como sendo nossa “cultura”. Não, malandragem não é cultura, é coisa de vagabundo.


Cansei de ser mal atendido em repartições públicas, tendo que pagar a famosa “taxinha de urgência” ou um “agrado por fora” se quisesse ser tratado como cidadão e contribuinte. Cansei de ter que fazer amizades com políticos para finalmente ter algo feito na minha rua e ser ouvido. Cansei de ser chamado de mané só porque trabalho duro enquanto paspalhos enriquecem através de fraudes, extorsões e ladroagens. Também cansei de ver fanfarrões e adeptos do jeitinho brasileiro recebendo espaço na mídia enquanto homens honrados como Olavo de Carvalho e Alborghetti são ignorados.


Pelos políticos e servidores públicos somos chamados de “contribuintes”, como se a palavra imposto significasse contribuição voluntária, e mesmo assim levamos mijadas na cara diárias de muitos e muitos funcionários públicos desonestos que sonham com seu “ganho extra”, e também do próprio governo que faz vistas grossas à toda essa putaria que acontece.


Parem de ser hipócritas e falsos-moralistas. Não sou otário! Graças ao jeitinho brasileiro (leia-se roubo e desrespeito a regras), vários sites e servidores BANIRAM os usuários daqui. Parabéns brazucas! 


Solução = rapidez ≠ ética


Na mente de vários brasileiros, a solução mais simples é a solução mais viável, mesmo que seja antiética. Não se trata de ser politicamente correto, mas de ser um cidadão honrado e respeitar as leis.


Se fulano não tem dinheiro para pagar a conta de luz, a solução para ele não é trabalhar mais, exigir menos impostos na época de eleição ao invés de votar no Tiririca ou talvez viver no escuro até poder pagar suas contas, mas sim roubar energia elétrica do vizinho.


Se fulano não tem dinheiro para pagar mensalidade de Internet, a solução não é ir na lan-house e pagar para usar o serviço, mas sim roubar sinal de Internet com direito a softwares que quebram senhas da rede encriptada.


E o tal vizinho, o homem que trabalha e paga suas contas, acaba pagando a conta pelos idiotas que justificam seus crimes como “criatividade brasileira”, o que é aplaudido por todos como sendo a cultura do nosso país. Não, isso não é cultura!


Dêem o prêmio Nobel para a Mulher Melancia

Outra coisa irritante na maioria dos brasileiros é a mania de desmerecer o trabalho alheio, criticando outros países sem olhar para o próprio umbigo e sem reconhecer seus próprios problemas. Um exemplo disso aconteceu na divulgação do último prêmio Nobel, quando vários imbecis ficaram questionando a premiação no Twitter, dizendo coisas idiotas como “ele ganhou o Nobel apenas por isso”?


Pois é, para esses cretinos a Mulher Melancia ganhando milhares de reais apenas mostrando uma bunda gorda é algo normal, mas um cientista ter seus estudos premiados como um Nobel não vale, afinal ele não é brasileiro e “para mim não significará nada o estudo sobre quasicristais, isso não é importante”. Mas um ganhador do BBB ou galã de novela que quebra o pé é muito importante.


Um exemplo de como imbecis são premiados é aquela série Conselho de Classe do Fantástico, onde montaram uma espécie de reality show em uma sala de aula no Rio de Janeiro. Ok, quem eles destacam nesse mini-reality show? Os nerds, estudiosos e alunos que tiram boas notas? As turmas disciplinadas, com bons alunos?

Não!

O foco desse reality de merda são justamente os funkeirinhos mirins, rebeldes do fundão e alunos indisciplinados que burlam a lei e autoridades escolares para aparecer, e que certamente ficarão muito felizes de exibirem seus “jeitinhos”de aparecer em rede nacional, enquanto alunos bons dessas escolas – cujos pais batalham muito para discipliná-los – ficam ocultos e são totalmente ignorados.


Jeitinho brasileiro = manés que pagam pelos malandros


Antes de dizer que esse artigo é pura reclamação de minha parte, pense nos efeitos que tudo isso tem sobre você, suas finanças e sua vida.


O jeitinho brasileiro tem vários efeitos negativos sobre os brasileiros realmente honestos.


Vários sites e servidores bloquearam acessos aos brasileiros pois segundo eles “são indisciplinados, incapazes de seguir regras de convívio e sempre buscando levar vantagem em tudo”. E o brasileiro honesto, o mané que segue as regras mesmo tendo lucro menor visando ser alguém honrado e honesto, acaba pagando o preço do jeitinho junto com os ditos malandros que deveriam ser presos, mas são aclamados como possuidores de mentes criativas.


O mesmo acontece com vários vendedores do eBay e sites estrangeiros, que cada vez mais se recusam a vender para o Brasil porque os malandros vivem protestando os pagamentos e reclamando por serem taxados na alfândega, como se os vendedores tivessem culpa do paspalho não querer pagar seus impostos. Isso sem contar nas empresas que pagam impostos exorbitantes para compensar o buraco deixado pelos sonegadores, ou nos impostos que você paga ao INSS para sustentar beneficiários fantasmas e mentirosos que se dizem doentes só para não trabalhar.


Acordem, paspalhos! Jeitinho brasileiro não é cultura, não é criatividade, é crime.


Você está pagando pelos malandros que sonegam impostos e que burlam a lei e fazem pequenos roubos como se fossem gênios do improviso. Pare de aplaudir os malandros e desonrados, que travestem a criminalidade de cultura, pois para eles o otário é você!






sábado, 7 de dezembro de 2013

Porque eu odeio Natal e Ano novo.





Não sei porque todo mundo fica contente com o Natal. Pra mim o Natal consegue ser a pior época do ano, em disputa acirrada com a época dos impostos arrombadores do começo do ano (IPVA, IPTU, IPQP, IFDP etc).

Natal é uma bosta. Gente fedorenta e suada correndo com sacolas e se espremendo feito animais em lojas de tudo por R$ 1,99, gente torrando o décimo terceiro em presentes imbecis, minhas tias idiotas me dando meias e gravatas chinesas como presente de natal, correios e serviços públicos emendando feriados e mandando o povo cagar… como isso pode ser bom?

Vou esmagar agora os argumentos pró-natal que me dão sempre que demonstro meu ódio por essa época. Nem vou entrar no mérito religioso pois todo mundo só se lembra de Jesus nessa época quando olha algum presépio mal montado e esquecido. Aliás Natal não tem nada a ver com Jesus. Pois ele não tinha a barba branca, não carregava sacos de presentes e muito menos fazia propaganda da Coca-Cola.

Sendo assim vou começar pela maior mentira propagada no Natal.

“O NATAL É BOM POR CAUSA DOS PRESENTES”

 


Mentira. O Natal é uma merda justamente por causa dos presentes.

A 25 de março nessa época por exemplo é uma vergonha. PAREM DE COMPRAR PRESENTES DA 25 DE MARÇO PORRA.

Ponha na sua cabeça que seu sobrinho NÃO VAI GOSTAR daquele pendrive Kingston de 32GB falsificado. Ele vai botar no PC, o treco não vai funcionar (ou vai desmontar na mão dele) e ele vai te detestar por ter você frustrado o Natal dele. Ele vai colar uma foto gigante sua no quarto para jogar dardos até que você resolva dar um presente decente.

Ah que bonito o clima de Natal. Todo mundo dando presentes pra quem ama. Mentira!

Amam tanto que dão coisas falsificadas, imitações chinesas e compradas na 25 de março, perfumes de imitação que dão irritações, manchas e SARNA na pele.

Como vou sentir amor por parte de alguém que me dá um pendrive de 500GB da 25 de Março que DESMONTA na minha mão ou só funciona 128MB? Como vou sentir amor natalino se me dão um perfume Ferrari Black falsificado que me dá URTICÁRIA quando passo? Só posso é detestar alguém assim. PENSE NISSO ANTES DE DAR PORCARIAS PARA OS OUTROS NO NATAL.

Além disso, qual a graça de ganhar presentes quando SOU OBRIGADO A GASTAR DINHEIRO COMPRANDO UM PARA ALGUÉM?

E se eu dou um Xbox 360 de presente e ganho UM PAR DE MEIAS DO BOB ESPONJA OU UM PACOTE PROMOCIONAL COM 3 CUECAS DA C&A?

COMO FICA ISSO, BANDO DE RENAS DO PAPAI NOEL?

Não há lógica nos presentes de Natal.



“NATAL É ÓTIMO POR CAUSA DA REUNIÃO DE FAMÍLIA”

 

A reunião da sua família é tão agradável que só ocorre uma vez por ano, e mesmo assim por causa do Natal, pois se não fosse isso vocês só iriam se encontrar 50 anos depois naqueles quadros tipo “De Volta Para Minha Terra” e “Não Vejo Minha Irmã há 50 anos”.
A reunião de família é tão importante que todos sempre combinam de passar o Natal na casa do parente que mora na praia, aquele que tem mais grana ou aquele tio legal que tem piscina e churrasqueira. Ninguém vai passar o Natal na casa dos avós que moram no meio do sertão sem água tendo que andar de jegue. Todo mundo quer viajar, dar despesa e torrar o décimo terceiro alheio.
Realmente muito mágico isso, imbecis.

“ADORO O NATAL POR CAUSA DO FERIADO”

 

Inútil. Nada compensa o estresse que você passa no Natal por causa de 2 meros feriados.
Filas enormes, multidões de tias gordas cheia de sacolas esbarrando em você na rua, gente entupindo os correios com encomendas natalinas imbecis de última hora, atrasando a vida de quem pede encomendas pelo correio sempre, serviço público paralisado, Receita Federal segurando suas encomendas na alfândega pra meter TAXA em cima, PREFEITURAS EMENDANDO DUAS SEMANAS INTEIRAS E ATRASANDO TODA A MINHA VIDA.
EMENDAR DUAS SEMANAS SEUS INÚTEIS? VAMOS TRABALHAR BANDO DE INCOMPETENTES. Tem gente que está adiantando o trabalho pra ter que descansar, fazendo horas extras, abandonando a academia, chegando de madrugada em casa… isso é legal pra você? Por causa de 2 dias? Sua saúde deve estar ótima com essa correria.
Engraçado que depois volta todo mundo correndo com o trabalho e estressado no começo de Janeiro. Multidões de pessoas mau humoradas no banco, filas CRETINAS no correio, funcionários públicos com cara de CU, encomendas paradas na alfândega e extraviadas… nossa que maravilha é o Natal. Cadê o espírito Natalino dos funcionários públicos em Janeiro?

“ADORO O NATAL E ANO NOVO PORQUE FICA UM CLIMA LEGAL”

 

O clima é uma merda. Televisão só passa especiais nojentos do Roberto Carlos que dizem ser inédito a cada ano mas é a mesma merda gravada de sempre.
Sempre o Roberto Carlos. Sempre aquela roupa branca. Sempre as mesmas músicas da época em que minha vó era gostosa. “QUANDO EU ESTOOOOOOU AQUI…” “DETAAAALHES DE NÓS DOOOIS”. Puta que pariu.
Mas que bosta, como alguém pode gostar disso? É UMA ETERNA REPRISE BURROS!
Ivete Sangalo e shows ridículos de axé, sertanojo e micaretas idiotas. Nossa que legal.
E aquele bando de gente amontoada na praia pra ver fogos? Tenho uma notícia pra vocês: FOGOS É A MESMA COISA TODO ANO. E pra quê ficar amontoado num bando de gente FEDORENTA e BÊBADA num ângulo terrível correndo riscos se você pode ver o show de fogos na televisão em diversos países ao mesmo tempo?
Depois ficam lá pulando ondinhas e SUJANDO AS PRAIAS COM PEDAÇOS DE FRANGO, RESTOS DE ALIMENTOS, GARRAFAS VAZIAS, GALINHAS MORTAS, CAMISINHAS USADAS, ABSORVENTES e outras palhaçadas. Que divertido pular ondas. PQP.
Ah, e não posso esquecer daquelas pessoas que ficam desejando “próspero ano novo” umas para as outras, sendo que isso nada mais é que uma versão modificada do DEUS LHE PAGUE, ou seja, em termos práticos não quer dizer merda alguma, não vai lhe ajudar em nada.
PRÓSPERO ANO NOVO UMA OVA, ME DÊ UMA NOTA DE CINQUENTA REAIS.
Agora preciso terminar o post porque tenho que ir na 25 de Março comprar um perfume falsificado pra dar de presente à minha tia. Quem sabe assim ela me odeie, ME ESQUEÇA e pare de ficar lembrando micos da minha infância na frente dos outros.
EU ODEIO NATAL.

Fonte:
 http://doutrinador.net/2011/12/13/odeio-natal/


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Saibam porquê mulheres monitoram seus ex pelo resto da vida




Já lhe passou pela cabeça que suas ex-namoradas ou até mesmo ex-ficantes procuram monitorar seus passos pelo resto da vida? E alguma vez isso ao menos passou pela sua cabeça o porquê disso?

Certa vez na faculdade, ouvi uma vadia comentando que estava curiosa da vida pois o ex-namorado tinha deletado o Facebook, Orkut, Twitter e ela não iria poder mais vasculhar a vida dele nem ver fotos ou saber como ele andava (lê-se campo profissional, pessoal e emocional).

A verdade é que as suas ex procuram monitorar sua vida para saber se deixaram escapar o homem perfeito. E principalmente pelo princípio da continuidade que NA tanto cita em seus livros.

Não que elas fiquem paranóicas com isso, até esqueçem por algum tempo, mas na maioria das vezes isso ocorre de forma bastante sutil seja vasculhando perfis de redes sociais, seja perguntando de forma despretenciosa a amigos em comum, parentes, etc...

Suas ex tem orgasmos múltiplos ao saber que você está fudido!!

A Real é essa! Fudido na merda, sem dinheiro, depressivo e sozinho. Pois isso é a total confirmação de que ela (mesmo do alto de sua ilogicidade e canalhiçe) "fez a escolha certa".

Mesmo que ela tenha lhe dado um pé na bunda sem mais nem menos, jogou com você, foi canalha, mal caráter, jogou sujo, traiu, etc... tudo isso (ma mente sociopata e doentia dela) será plenamente justificado caso você esteja ferrado na vida, pois ela terá a confirmação que fez o certo e você não era bom o suficiente pra ela mesmo.

Caso ela o veja com pleno suce$$o profissional, pessoal, caom filhos lindos e para finalizar com uma mais bonita que ela do lado, a mesma entrará em parafuso, ficará depressiva, irá chorar pelos cantos, em alguns casos, tentará reverter a sotuação querendo "roubá-lo" de volta se reaproximando e querendo contato.



É assim que toda ex-namorada quer vê-lo paspalho!!

Portanto procure se vingar daquela sua ex, da melhor forma possível: obtendo sucesso!

Essa sim é a verdadeira vingança que qualquer homem pode fazer a uma mulher.

Motivacional Academia

Por Henry Rollins


"Acredito que a definição da definição é reinvenção. Não ser como seus pais. Não ser como seus amigos. Ser você mesmo. Completamente.

Quando eu era jovem, não tinha nenhuma noção de mim mesmo. Tudo o que eu era, era um produto de todo o medo e humilhação que sofri. Medo dos meus pais. A humilhação dos professores me chamando de “lata de lixo” e me dizendo que eu não passaria de um cortador de grama quando crescesse. E o terror total dos meus colegas da escola. Eu era ameaçado e espancado por causa da cor da minha pele e do meu tamanho. Eu era magrelo e desajeitado, e quando me provocavam eu não corria para casa chorando, imaginando o porquê. Eu entendia tudo aquilo muito bem. Eu estava ali para ser hostilizado. Nos esportes eu era motivo de riso. Um nerd. Eu era bom no boxe por causa da raiva que preenchia cada momento da minha vida, que me tornou selvagem e imprevisível. Eu lutava com uma estranha fúria. Os outros garotos achavam que eu era louco.

Eu odiava a mim mesmo, o tempo todo. Tão idiota como isso parece agora, eu queria falar como eles, me vestir como eles, carregar a mim mesmo com a tranqüilidade de saber que eu não iria levar porrada no corredor entre as aulas. Anos se passaram e eu aprendi a guardar isso tudo lá dentro. Eu apenas falava com alguns garotos na minha série. Outros coitados. Alguns deles são hoje as melhores pessoas que já conheci. Bata um papo com um cara que teve sua cabeça enfiada numa privada algumas vezes, trate-o com respeito, e você terá encontrado um amigo leal para sempre. Mas mesmo com amigos, a escola era um saco. Os professores pegavam pesado comigo. Eu também não tinha a menor consideração por eles.

Então veio o Sr. Pepperman, meu orientador. Ele era um gigantesco veterano do Vietnã, e era assustador. Ninguém nunca conversava fora de hora em suas aulas. Uma vez um menino fez isso e o Sr. P. levantou o moleque do chão e pendurou-o na lousa. Sr. P. pôde ver que eu estava fora de forma, e numa sexta-feira em outubro ele me perguntou se eu já havia alguma vez treinado com pesos. Eu respondi que não. Ele me disse que eu iria pegar uma parte da grana que eu tinha guardado e comprar um kit de pesos na Sears. Quando eu saí da sala dele, eu comecei a pensar nas coisas que eu falaria para ele na segunda-feira quando ele perguntasse sobre os pesos, os quais eu não iria comprar. Mesmo assim, me fez sentir especial. Meu pai nunca chegou a se importar desse jeito. No sábado eu comprei os pesos, mas eu mal conseguia levá-los para o carro da minha mãe. Um atendente riu de mim quando eu coloquei os pesos no carrinho.

Chegou a segunda-feira e fui chamado na sala do Sr. Pepper depois da aula. Ele disse que iria me ensinar como treinar. Ele iria me colocar num programa de treinamento e me dar um soco na boca do estômago quando eu estivesse distraído no corredor. Quando eu pudesse agüentar a porrada nós saberíamos que estamos conseguindo alguma coisa. Em nenhum momento eu poderia me olhar no espelho ou contar para os outros o que eu estava fazendo. Na academia ele me mostrou dez exercícios básicos. Eu prestei atenção como nunca havia prestado nas aulas. Eu não queria estragar essa chance. Eu voltei para casa naquela noite e comecei imediatamente.

Semanas se passaram, e de vez em quando Sr. P. me dava uma porrada e me derrubava no corredor, fazendo meus livros voarem. Os outros alunos não sabiam o que pensar. Mais semanas se passaram, e eu estava constantemente adicionando mais pesos na barra. Eu podia sentir a força crescendo dentro do meu corpo. Eu podia sentir.

Pouco antes do recesso de Natal eu estava indo para a aula, e do nada o Sr. Pepperman apareceu e me deu um soco no peito. Eu ri e continuei andando. Ele disse que agora eu poderia me olhar no espelho. Fui para casa e corri para o banheiro e levantei minha camiseta. Eu vi um corpo, não apenas a casca que guardava meu estômago e meu coração. Meu bíceps inchado. Meu peito definido. Me senti forte. Foi a primeira vez que me lembro de ter tido uma noção de mim mesmo. Eu tinha conseguido algo e ninguém nunca poderia tirar isso de mim. Você não poderia dizer porra nenhuma para mim. Levei anos para apreciar totalmente o valor das lições que eu aprendi com o Ferro. Eu pensava que ele era meu adversário, que eu estava tentando levantar algo que não queria ser levantado. Eu estava errado. Quando o Ferro não quer sair do chão, é a coisa mais gentil que ele pode fazer a você. Se ele voasse até o teto, ele não te ensinaria nada. Esse é o jeito que o Ferro fala com você. Ele diz que o material com o qual você treina a favor, é com o qual você irá se tornar semelhante. E aquele com que você treina contra, sempre estará contra você.

Não foi antes dos meus vinte e poucos anos que eu aprendi que treinando eu tinha me proporcionado uma grande bênção. Eu aprendi que nada de bom é conseguido sem trabalho e uma certa dor. Quando termino uma série que me deixa tremendo, eu sei mais sobre mim mesmo. Quando algo fica ruim, eu sei que não pode ser tão ruim como aquele treino.

Eu costumava lutar contra a dor, mas recentemente isso se tornou claro para mim: a dor não é minha inimiga; é o meu chamado para a grandeza. Mas quando se trata com pesos, é preciso cautela para interpretar a dor
corretamente. A maioria das lesões envolvendo o Ferro são causadas pelo ego. Um vez eu passei algumas semanas puxando um peso que o meu corpo não estava pronto e então passei alguns meses não podendo levantar nada mais pesado do que um garfo. Tente levantar algo que você não está preparado e o Ferro irá te ensinar uma pequena lição sobre limite e auto-controle.

Eu nunca conheci alguém realmente forte que não tenha auto-respeito. Quando vejo caras treinando por razões cosméticas, eu vejo a vaidade os expondo da pior maneira possível, como personagem de um desenho, cartazes para o desequilíbrio e insegurança. A força se revela através do caráter. É a diferença entre os que desistem, os que só querem um braço forte, e o Sr. Pepperman.

Massa muscular nem sempre é igual à força. Força é bondade e sensibilidade. Força é entender que a sua força é tanto física como emocional. Que ela vem do corpo e da mente. E do coração.

Yukio Mishima disse que ele não poderia admitir a idéia de romance se ele não fosse forte. Romance é uma paixão tão forte e avassaladora, um corpo fraco não poderia manter isso por muito tempo. Eu tenho alguns dos mais românticos pensamentos quando estou com o Ferro. Uma vez eu estava apaixonado por uma mulher. Eu pensava nela ainda mais quando a dor do treino estava percorrendo meu corpo.

Tudo em mim queria aquela mulher. Tanto que o sexo era apenas uma fração do meu desejo total. Era o mais intenso amor que eu já havia sentido, mas ela morava longe e eu não a via muito freqüentemente. Treinar era uma forma saudável de lidar com a solidão. Atualmente, quando treino, eu normalmente escuto músicas românticas.

Eu prefiro treinar sozinho. Isso permite que eu me concentre nas lições que o Ferro tem para mim. Aprender sobre do quê você é feito é sempre um tempo bem gasto, e eu não achei nenhum professor melhor. O Ferro me ensinou a viver. A vida é capaz de conduzir à loucura. Do jeito que as coisas estão hoje, é um milagre que você não esteja louco. As pessoas se tornaram separadas de seus corpos. Elas não mais são inteiras.

Eu vejo as pessoas se moverem de seus escritórios para seus carros e para suas casas suburbanas. Elas se estressam constantemente, perdem o sono, comem mal. E se comportam mal. Seus egos correm soltos; elas se tornam motivadas por aquilo que mais tarde causa a eles um colapso. Eles precisam da Mentalidade do Ferro.

Através dos anos, eu combinei meditação, ação e o Ferro em uma única força. Eu acredito que quando o corpo é forte, a mente tem pensamentos fortes. Tempo gasto longe do Ferro mas minha mente se degenerar. Eu entro em depressão. Meu corpo desliga minha mente.

O Ferro é o melhor antidepressivo que eu já encontrei. Não há jeito melhor de combater a fraqueza do que com a força. Uma vez que a mente e o corpo tenham sido despertados para o seu verdadeiro potencial, é impossível voltar atrás.

O Ferro nunca mente para você. Você pode andar por aí e ouvir todo tipo de conversa, ouvir falarem que você é um deus ou um total bastardo. O Ferro sempre vai dizer a verdade na sua cara. O Ferro é o maior ponto de referência, é o que nos dá a visão do todo. Está sempre lá, como um farol na escuridão. Eu encontrei no Ferro o meu maior amigo. Ele nunca surta comigo, nunca foge. Amigos vem e vão. Mas cem quilos são sempre cem quilos."